Re: ARLA/CLUSTER: Para rir, ou talvez não...

Antonio Eduardo Almeida Gil Silva cs7abf gmail.com
Terça-Feira, 23 de Outubro de 2012 - 21:22:55 WEST


pois é essa é a tua opinião, mas não a minha
é que antigamente fazias um exame com cerca de 20 questões, hoje são 40, se
confrontares as questões antigas com as actuais, o grau de dificuldade é o
mesmo, as questões é que dobraram.
mas não seja por isso
ou se sabe e se passa
ou não se sabe e vão 50 euros ao ar


No dia 23 de Outubro de 2012 21:19, Renato Encarnação
<ct7abr  gmail.com>escreveu:

> Não.
>
> Só se chumba naqueles exames se quizer.
> Penso que sabe porquê...eu até fiquei parvo, da primeira vez que lá fui.
>
>
> No dia 23 de Outubro de 2012 21:15, Antonio Eduardo Almeida Gil Silva <
> cs7abf  gmail.com> escreveu:
>
> Aos colegas que fizeram exame em tempos idos (nos quais se faziam
>> exames...):
>>
>> é? e agora não se fazem exames?
>>
>> No dia 23 de Outubro de 2012 21:11, Renato Encarnação <ct7abr  gmail.com>escreveu:
>>
>> Aos colegas que fizeram exame em tempos idos (nos quais se faziam
>>> exames...):
>>>
>>> Hoje não é preciso saber escrever, basta saber ler e pegar no rato do
>>> computador para marcar a resposta.
>>>
>>> 73...
>>>
>>> No dia 23 de Outubro de 2012 20:16, Antonio Eduardo Almeida Gil Silva <
>>> cs7abf  gmail.com> escreveu:
>>>
>>> bom eu não sou professor e confesso que por vezes poderá sair uma
>>>> calinada na gramática assunto que desde já eu peço desculpa
>>>> por vezes ao escrevermos poderá falhar uma tecla e se não corrigirmos o
>>>> texto que elaboramos sai da grossa.
>>>> não venho em defesa de ninguém pois cada um sabe o que sabe e como digo
>>>> a evolução de cada um só a ele diz respeito.
>>>> na fonética da língua portuguesa e isso acontece muito no norte do país
>>>> trocar-se o v pelo b
>>>> assim como no sul, a letra i e ei, mas adiante não sou professor.
>>>> por acaso o indicativo do colega em questão é
>>>> CR7 AEW, e aqui é que está o problema, é um dos coitadinhos.
>>>> por sinal não é um dos grandes e ilustres velhos do Restelo, senão
>>>> passava ao lado.
>>>>
>>>> À consideração dos colegas
>>>>
>>>> tomei a liberdade de falar ao colega em questão via baixa frequência,
>>>> expliquei o que se estava a passar, de uma forma delicada o qual me
>>>> agradeceu.
>>>>
>>>> penso ter agido da melhor maneira, em vez de vir mandar bocas para aqui
>>>> a denegrir a imagem seja de quem for, se esta minha postura como radio
>>>> amador que penso ser, e como homem a tentar ajudar o colega em questão não
>>>> foi a melhor, então peço muito humildemente a todos os colegas as minhas
>>>> mais sinceras desculpas.
>>>> gil silva
>>>> cs7abf
>>>> 73
>>>>
>>>>
>>>>
>>>>
>>>> No dia 23 de Outubro de 2012 19:07, Filipe Pereira - CR7AFP <
>>>> cr7afp  gmail.com> escreveu:
>>>>
>>>> Boa tarde ilustres colegas.
>>>>>
>>>>> Realmente é de lamentar que assim escreva quem deveria ter obrigação
>>>>> de saber comunicar.
>>>>> Na realidade se analisarmos o conteúdo do anuncio, para além dos
>>>>> pontapés na gramática e facadas na ortografia temos também algo que me
>>>>> parece relevante;
>>>>> O colega está vender um amplificador linear de 800w que anuncia que
>>>>> também trabalha nos 11mts ( CB ou serviço Rádio Pessoal ) para além das
>>>>> outras bandas de HF, além de promover uma ilegalidade não esqueçamos também
>>>>> que este linear só pode ser operados por colegas com Categoria A,B e 1 na
>>>>> sua potência total ou categoria 2 até aos 200w.
>>>>>
>>>>> Votos de uma boa semana todos !
>>>>> ( Em bom Português )
>>>>> 73
>>>>>
>>>>> --
>>>>>
>>>>> Cordiais cumprimentos,
>>>>>
>>>>> Filipe Pereira – CR7AFP <http://www.qrz.com/db/CR7AFP>
>>>>>
>>>>> ARAM #085
>>>>>
>>>>> ARBA #797
>>>>>
>>>>> REP  #1969
>>>>>
>>>>>  From: Afonso Marques <amarques  guiatel.pt>
>>>>> Reply-To: Resumo Noticioso ARLA/CLUSTER <cluster  radio-amador.net>
>>>>> Date: Tue, 23 Oct 2012 17:55:59 +0100
>>>>> To: Resumo Noticioso ARLA/CLUSTER <cluster  radio-amador.net>
>>>>> Subject: RE: ARLA/CLUSTER: Para rir, ou talvez não...
>>>>>
>>>>> Tem toda a razão colega Filipe . Sou um , mais ou menos, leitor
>>>>> assíduo dessa rubrica e  vi o anúncio , claro, mas não me pronunciei se não
>>>>> viriam logo, provavelmente, alguns colegas a falar do tal elitismo, que não
>>>>> é nada disso , mas apenas um pedido , uma exigência , de que haja um mínimo
>>>>> de decência na escrita de alguém a quem deram uma licença de radioamador .
>>>>> Eu não me quero rever nesse grupo !****
>>>>>
>>>>> ** **
>>>>>
>>>>> 73****
>>>>>
>>>>> ** **
>>>>>
>>>>> CT1RH****
>>>>>
>>>>> ** **
>>>>>
>>>>> *De:* cluster-bounces  radio-amador.net [
>>>>> mailto:cluster-bounces  radio-amador.net<cluster-bounces  radio-amador.net>]
>>>>> *Em nome de *Filipe Ferreira
>>>>> *Enviada:* terça-feira, 23 de Outubro de 2012 17:44
>>>>> *Para:* cluster  radio-amador.net
>>>>> *Assunto:* RE: ARLA/CLUSTER: Para rir, ou talvez não...
>>>>> *Importância:* Alta****
>>>>>
>>>>> ** **
>>>>>
>>>>> Deixo-vos conforme encontrei no forum radioamadores.net:
>>>>>
>>>>>
>>>>> ****
>>>>>
>>>>> *"tenho para venda um alfa lima de 800w cumo nobo600€ que fas a banda
>>>>> dos 10m11m15m20m30m40m80m maes radios da cb e antenas abante 170 noba150€
>>>>> antena vertical que fas 10m 15m 20m 30m 40m 160€"*****
>>>>>
>>>>>  ****
>>>>>
>>>>> É de um radioamador, indicativo e identificação não divulgo. ****
>>>>>
>>>>> Não sou elitista e não exijo que os radioamadores conjugem
>>>>> correctamente os verbos como o Fazer, que escrevam devidamente os pronomes
>>>>> e adjectivos. ****
>>>>>
>>>>> - Mas haja decência!****
>>>>>
>>>>> Como é que alguém que se expressa desta forma conseguiu passar no
>>>>> exame de radioamador?****
>>>>>
>>>>> Se isto é assim na língua portuguesa, então a matemática das fórmulas,
>>>>> a electricidade, a radioelectricidade, etc.?****
>>>>>
>>>>> E a moderação do Radioamadores.Net, não poderá fazer nada para evitar
>>>>> estas "vergastadas habituais" na nossa língua mãe?****
>>>>>
>>>>> - Depois disto só me apetece é fazer DX, que vergonha para os CTs!****
>>>>>
>>>>>  ****
>>>>>
>>>>> CT1DDW - Filipe Ferreira****
>>>>>
>>>>>  ****
>>>>>
>>>>>  ****
>>>>>
>>>>>
>>>>>  ****
>>>>>
>>>>> > From: joao.a.costa  ctt.pt
>>>>> > To: cluster  radio-amador.net
>>>>> > Date: Wed, 19 Sep 2012 11:29:20 +0100
>>>>> > Subject: ARLA/CLUSTER: Qual é a melhor polarização ...?
>>>>> >
>>>>> >
>>>>> > GRUPO BRASIL DE VHF E UHF DX SOBRE A ESCOLHA DA POLARIZAÇÃO DE
>>>>> ANTENAS NO CSA144 Por Carlos Alberto Laimgruber - PY2HCD
>>>>> >
>>>>> > 07-03-2009
>>>>> >
>>>>> > Pesquisa efetuada pelo GBVUDX mostrou que a maioria dos
>>>>> participantes opta pelo uso da polarização vertical e não horizontal nos
>>>>> concursos.
>>>>> >
>>>>> > Não levando em consideração a eficiência de cada uma delas, assunto
>>>>> discutido abaixo, é fato consumado que, assim como o FM, a polarização
>>>>> vertical é responsável pelo grande número de contatos efetuados nos
>>>>> concursos.
>>>>> >
>>>>> > Nunca foi minha intenção promover esta ou aquela polarização de
>>>>> antenas, mas sim um padrão único no Brasil, e agora na América Latina.
>>>>> >
>>>>> > Sempre estive disposto a mudanças ou a manutenção de um determinado
>>>>> uso de polarização de antenas, seja ele qual for, com a finalidade de
>>>>> manter um padrão único no Concurso Sul Americano de 144 MHz.
>>>>> >
>>>>> > Tenha em mente que, se hoje não fazemos QSOs terrestres acima dos
>>>>> 1000 Km com frequência o motivo não é a polarização de antenas mas sim,
>>>>> devido as limitações das nossas estações. Somos o que se pode chamar de
>>>>> estações QRP em VHF. Se todos nós tivéssemos
>>>>> > R$30.000,00 para 18DBd de antena, pré-amplificador de baixo ruído no
>>>>> mastro, reles coaxiais de baixa perda e alta isolação, seqüenciadores, DSP,
>>>>> cabos celflex, torres de 30 metros, 1Kw, rotores de azimute/elevação e
>>>>> equipamentos diversos o Brasil seria um dos expoentes VHFDX, pois nossa
>>>>> vontade e gana pelo DX são comprovadas pelo "estrago" que fazemos usando
>>>>> pouco mais de 10 DBd, cabos RGC213 e 50 watts NA MÉDIA DAS ESTAÇÕES. A
>>>>> maioria abaixo disto em 144 MHz.
>>>>> >
>>>>> > Infelizmente esta é a realidade não só do Brasil, mas de toda a
>>>>> América do Sul ,com raríssimas exceções que sequer apareceriam em uma
>>>>> estatística.
>>>>> >
>>>>> > CONCEITOS E TESTE
>>>>> > Inicialmente uma frase de PY2BBL Alberto João Laimgruber que
>>>>> comprovadamente, por meio de publicações nacionais e internacionais, tem
>>>>> larga experiência técnica e conhecimento sobre propagação e organização de
>>>>> concursos de VHF. Foi autor de artigos que versam sobre estes temas e que
>>>>> tiveram repercussão internacional. É chamado pelos organizadores do antigo
>>>>> > CB144 de "Pai do VHF DX Brasileiro", respeitando o trabalho de
>>>>> outros poucos radioamadores como PY2ACM o "Pai da operação via satélites no
>>>>> Brasil"
>>>>> > http://www.gbvudx.org/uploads/historia_vhfdx/py2acm1.jpg e PY2BJO o
>>>>> "Pai da reflexão lunar no Brasil e DOVE"
>>>>> http://www.gbvudx.org/uploads/historia_vhfdx/eme_py2_pag1.jpg
>>>>> >
>>>>> > Sobre polarização de antenas, vertical e horizontal, PY2BBL afirmou
>>>>> em 12/7/2004:
>>>>> > "Após dezenas de anos em testes, estudos, experiências, artigos em
>>>>> revistas, várias e insistentes tentativas de padronização, chego a uma
>>>>> conclusão sobre polarização de antenas: Use aquela que lhe proporcionará o
>>>>> maior número de contatos, seja ela qual for, pois dependendo do caso, uma
>>>>> não é melhor que a outra."
>>>>> >
>>>>> > Tenha certeza que o sucesso da escolha da polarização empregada em
>>>>> um concurso baseia-se muito mais no universo que nos cerca que na
>>>>> eficiência.
>>>>> >
>>>>> > Esta afirmação é fácil de se comprovar efetuando o seguinte teste:
>>>>> > Obs - Lembre-se que testar eficiência de polarização ou antenas
>>>>> empregando duas instalações que usam antenas idênticas, (muito pior se
>>>>> diferentes), mas que não estão montadas no mesmo exato local e altura,
>>>>> mesmo que por poucos centímetros de diferença, não testa nada além do
>>>>> desempenho de cada instalação, nunca da antena ou polarização. A única
>>>>> variável deve ser o item que está em teste.
>>>>> >
>>>>> > 1) Monte duas estruturas descritas abaixo (a única que possibilita
>>>>> testar antenas e polarização), usando uma direccional, uma K1FO 12 do PY2NI
>>>>> por exemplo:
>>>>> > a) No centro de equilíbrio da antena, uma mesa de fixação entre
>>>>> gôndola (boom) e mastro.
>>>>> > A fixação da antena deverá ser feita por meio de dois mancais
>>>>> possibilitando seu o giro no próprio eixo. Desta forma teremos as duas
>>>>> polarizações COM A MESMA ANTENA.
>>>>> > b) Cabo coaxial saindo por trás da antena para não interferir nos
>>>>> elementos e no seu funcionamento .
>>>>> > c) Mastro de 3 metros de altura no mínimo, de madeira para não
>>>>> interferir nos elementos e no funcionamento da antena.
>>>>> >
>>>>> > 2) Duas estações distantes 500 km ou mais uma da outra, com o mesmo
>>>>> sistema acima.
>>>>> > Portanto já muito abaixo do horizonte e utilizando propagação via
>>>>> troposfera. Os locais de teste devem ter horizonte livre e sem obstáculos
>>>>> que possam causar algum tipo de reflexo.
>>>>> > (Troposfera e ionosfera serão comentadas a seguir).
>>>>> >
>>>>> > 3) Mudem a polarização, somente a polarização e nada mais ao mesmo
>>>>> tempo. Notem o S meter que deve ser de ponteiro pois tem maior resolução.
>>>>> Surpresa? Para mim não. Não houve diferença do S meter ou se houve,
>>>>> dependendo do momento o desempenho se altera.
>>>>> > Agora coloque uma estação usando polarização horizontal e outra
>>>>> usando polarização vertical.
>>>>> > O resultado será uma atenuação de 20 Dbs (100 vezes) ou mais
>>>>> causando na maioria dos casos a perda do sinal.
>>>>> >
>>>>> > UM POUCO DE HISTÓRIA
>>>>> > Quem primeiro documentou publicamente o teste acima em um DX em 144
>>>>> MHz no Brasil?
>>>>> > PY2BBL, PY2CUF e PY2HCD em Itatiaia RJ em Janeiro de 1976.
>>>>> >
>>>>> >
>>>>> http://www.gbvudx.org/uploads/historia_vhfdx/italta_2_metros_pag01.jpg
>>>>> > Este foi só o primeiro das "dezenas de anos em testes, estudos,
>>>>> experiências" como falou PY2BBL.
>>>>> >
>>>>> > Tive o prazer de participar destas "dezenas de anos em testes,
>>>>> estudos, experiências, artigos em revistas, várias e insistentes tentativas
>>>>> de padronização". Em certa época, influenciado pela minha leitura em
>>>>> revistas estrangeiras, leitura esta mais dedicada às seções de VHF-DX e
>>>>> dando menor importância aos fundamentos que sempre estiveram nos livros,
>>>>> também insisti, usei e apostei na polarização horizontal esperando algum
>>>>> "milagre" que não aconteceu.
>>>>> > Aprendi com o erro que teve como consequência uma quebra na
>>>>> atividade. Na época, como hoje, tínhamos poucos radioamadores ativos no
>>>>> VHF-DX, mas com um problema que atualmente não existe: "falávamos dois
>>>>> idiomas completamente diferentes sem nos entendermos" ou usávamos
>>>>> polarizações de antenas diferentes.
>>>>> >
>>>>> > Estação A com uma excelente direccional não escutava estação B,
>>>>> também com uma excelente direccional, pois trabalhavam em polarizações
>>>>> diferentes. Na verdade deveriam facilmente manter um QSO.
>>>>> >
>>>>> > Tentando amenizar o problema, tivemos então a febre da polarização
>>>>> cruzada e da polarização circular, resultando em um perfeito desastre.
>>>>> Ninguém mais se entendia. Agora tínhamos 4 polarizações. Antenas grandes
>>>>> que rendiam o mesmo que uma simples direccional bem feita com a metade do
>>>>> seu tamanho e peso.
>>>>> >
>>>>> > Com a chegada dos concursos EP de VHF na década de 80,
>>>>> http://www.gbvudx.org/uploads/ep/1982/ep1982.jpg todos finalmente
>>>>> compreenderam que manter um padrão que atingisse a maioria das estações
>>>>> proporcionando a possibilidade de maior número de contatos era fundamental,
>>>>> pois a atividade não era assim tão grande. Todas as antenas foram colocadas
>>>>> em uma única polarização, vertical, a mais empregada.
>>>>> >
>>>>> > O VHF-DX no Brasil estava pronto para experimentar o que nunca tinha
>>>>> experimentado antes, agora com boas antenas direccionais no mesmo plano de
>>>>> polarização. Os contatos de 1000 km começaram a aparecer. Rio de Janeiro
>>>>> com Santa Catarina até mesmo Rio Grande do Sul eram "café com leite". 1473
>>>>> KM entre Araruama RJ PY1RW e Pedro Osório RS PY3WKK/PY3 em 1983 por
>>>>> exemplo. Contatos absolutamente corriqueiros. Estações com 4 antenas em
>>>>> fase no RJ (estado muito ativo na época) "iam buscar" até mesmo os ¼ de
>>>>> onda em SC e eram os detentores das maiores distancias no Brasil via
>>>>> troposfera, ainda hoje. Todos estes fatos estão documentados nas páginas da
>>>>> revista Antena Eletrônica Popular. São verdadeiros.
>>>>> >
>>>>> > Sim, depois de uma "Torre de Babel" tivemos muito sucesso. Desta
>>>>> forma, por ter passado por estas fases e experiências no VHF-DX Brasileiro
>>>>> sinto-me na obrigação de alertar os que nele estão ingressando evitando
>>>>> erros e desencontros que podem colocar em risco a atividade como aconteceu
>>>>> no passado. Preocupo-me pois afinal tive, e poucos outros tiveram, uma boa
>>>>> parcela de trabalho para atingir nosso atual nível de atividade.
>>>>> >
>>>>> > AS REGRAS
>>>>> > A escolha da polarização empregada em um concurso é única e
>>>>> exclusivamente sua ou de sua equipe. Se você ainda tem dúvida sobre qual
>>>>> polarização usar em um concurso de VHF o raciocínio é simples.
>>>>> > Antes de continuar você precisa conhecer estas regas:
>>>>> > Regra 1: CURVATURA DA ONDA DE RÁDIO. Como a luz, uma onda de rádio,
>>>>> perder-se-ia no espaço, fora do nosso planeta, se não houvesse um fenómeno
>>>>> que provocasse sua curvatura para baixo em direção a terra, pois como
>>>>> sabemos nosso planeta é uma quase esfera. Isto acontece em qualquer
>>>>> frequência, porém por motivos diferentes dependendo da frequência utilizada.
>>>>> >
>>>>> > Regra 2: AS CAMADAS RESPONSÁVEIS PELA CURVATURA. A troposfera é uma
>>>>> camada na atmosfera situada entre o solo e 10 km de altura aproximadamente.
>>>>> > A ionosfera também é uma camada da atmosfera, mais alta e situada
>>>>> ente 60 a 400 Kms de altura aproximadamente. É composta por 4 sub camadas,
>>>>> a D mais baixa, E, F1 e F2 a mais alta. F1 e F2 a noite se combinam em uma
>>>>> única camada. Normalmente empregamos as camadas E e F nos nossos
>>>>> comunicados.
>>>>> > Em VHF são duas as camadas que curvam ondas de rádio em direção a
>>>>> terra: A TROPOSFERA e IONOSFERA.
>>>>> >
>>>>> > Regra 3: REGRA IONOSFERA (a mais complicada) - "A curvatura
>>>>> provocada pela ionosfera no sinal de rádio frequência depende do
>>>>> comprimento de onda. Quanto mais longa é a onda, maior é a curvatura da
>>>>> trajetória para um grau determinado de ionização.
>>>>> > Por propagação via ionosfera, não é essencial para ambas as estações
>>>>> usarem a mesma polarização de antenas. Isto é porque a onda irradiada será
>>>>> consideravelmente curvada em cambalhotas durante a viagem pela ionosfera.
>>>>> No fim deste distante caminho de comunicações à onda pode estar horizontal,
>>>>> vertical ou em algum lugar entre a determinado momento.
>>>>> > Exceto para distancias de poucos km, a quase totalidade das
>>>>> comunicações entre radioamadores, em freqüências abaixo de 30 MHz , e em
>>>>> alguns casos acima desta, se faz com ondas via ionosfera.
>>>>> >
>>>>> > Ao deixar a antena emissora, este tipo de onda viaja para cima da
>>>>> superfície da terra em uma ângulo que perder-se-ia no espaço, se não fosse
>>>>> curvado suficientemente para devolve-lo a terra. Um dos meios que provoca
>>>>> tal curvatura é a ionosfera, região situada na atmosfera superior, acima de
>>>>> uma altura ao redor de 100 KM, em que existem elétrons livres em quantidade
>>>>> suficiente para oferecer apreciável efeito sobre a velocidade que viajam as
>>>>> ondas. Se supõe que a ionização na atmosfera superior é causada por
>>>>> radiações ultravioleta do sol. Alguns tipos de propagação via ionosfera
>>>>> estão ligadas a atividade solar (manchas) e outras não. A ionosfera não
>>>>> está formada por uma só capa, mas por uma série de capas de distintas
>>>>> densidades de ionização situadas em distintas alturas. Cada capa consta de
>>>>> uma região central de ionização relativamente densa que vai fazendo-se cada
>>>>> vez menor na intensidade tanto acima como abaixo dela.
>>>>> >
>>>>> > Quanto maior a ionização em uma capa, maior é a curvatura da
>>>>> trajetória da onda. A curvatura, ou refração (também chamada de reflexão),
>>>>> depende do comprimento de onda. Quanto mais longa é a onda, maior é a
>>>>> curvatura da trajetória para um grau determinado de ionização.
>>>>> > Portanto, as ondas de frequências mais baixas são mais facilmente
>>>>> curvadas que as frequências mais elevadas."The Radio Amateurs Handbook -
>>>>> ARRL
>>>>> >
>>>>> > Simplificando o texto acima anote e NUNCA SE ESQUEÇA desta
>>>>> importante regra , VÁLIDA EM QUALQUER CONTATO QUE USE PROPAGAÇÃO VIA
>>>>> IONOSFERA:
>>>>> > A curvatura provocada pela ionosfera no sinal de rádio frequência
>>>>> depende do comprimento de onda. Quanto mais longa é a onda, maior é a
>>>>> curvatura da trajetória para um grau determinado de ionização.
>>>>> >
>>>>> > Por propagação via ionosfera, não é essencial para ambas as estações
>>>>> usarem a mesma polarização de antenas. Isto é porque a onda irradiada será
>>>>> consideravelmente curvada em cambalhotas durante a viagem pela ionosfera.
>>>>> No fim deste distante caminho de comunicações à onda pode estar horizontal,
>>>>> vertical ou em algum lugar entre, a determinado momento.
>>>>> >
>>>>> > Portanto, quanto mais baixa a banda utilizada, mais provável é a
>>>>> curvatura do sinal pela ionosfera em direção a terra. Não havendo a
>>>>> possibilidade de curvatura o sinal se perde no espaço. Um sinal de 430 MHz
>>>>> para ser curvado pela ionosfera precisa de índices elevadíssimos de
>>>>> ionização. Por este motivo, raramente se emprega propagação via ionosfera
>>>>> nesta banda.
>>>>> >
>>>>> > O comportamento da curvatura do sinal em relação à frequência na
>>>>> ionosfera é comprovado na banda de 6 metros, a que tem o maior comprimento
>>>>> de onda das bandas de VHF, e a que mais facilmente proporciona contatos em
>>>>> TODOS os modos de propagação que usa a ionosfera:
>>>>> > Reflexão na camada F2 , Difusão por Meteoros , E Esporádica,
>>>>> Transequatorial, Difusão Ionosférica, Reflexão em Aurora Boreal, FAI. Por
>>>>> este motivo, quando se pretende um contato via ionosfera em 144 MHz deve-se
>>>>> iniciar a escuta em 28 MHz, havendo condição QSY para
>>>>> > 50 MHz e novamente, havendo condição 144 MHz.
>>>>> >
>>>>> > Este comportamento explica porque nas comunicações com sondas
>>>>> espaciais e satélites de órbita alta se aplicam frequências elevadas.
>>>>> Obviamente, além do ganho das antenas, se fosse empregado 28 MHz por
>>>>> exemplo, muito provavelmente em alguma situação o sinal seria refletido
>>>>> pela ionosfera, não chegando ao seu destino.
>>>>> >
>>>>> > O comportamento da polarização (cambalhotas) em propagação via
>>>>> ionosfera é comprovado nas bandas altas de HF, 10 metros por exemplo onde
>>>>> 5/8 de onda em polarização vertical, falam perfeitamente com Yagis na
>>>>> polarização horizontal ou; Via propagação transequatorial em 144 MHz onde
>>>>> no Paraná, (agora também no sul de São Paulo), e abaixo, Yagis na
>>>>> polarização horizontal escutam perfeitamente repetidores no Caribe na
>>>>> polarização vertical ou; Via satélites pelo uso de polarização cruzada,
>>>>> pois para se manter um sinal livre de QSB é imperativo o seu uso ou; Em
>>>>> reflexão lunar onde grandes estações estão mudando o conceito de um único
>>>>> banco de antenas na horizontal para dois, chaveados, um em cada
>>>>> polarização, evitando a atenuação de
>>>>> > 20 dBs pelo giro de polarização causado pela ionosfera, a Rotação de
>>>>> Faraday, que em 144 MHz tem um ciclo aproximado de 1 hora ou; Refração por
>>>>> meteoro onde, militarmente, se usava polarização cruzada, sim perdendo a
>>>>> metade da intensidade do sinal, mas aumentando a duração dos pings ou
>>>>> bursts.
>>>>> > Note falamos de ionosfera. Qualquer sinal que por ela passe, ou seja
>>>>> refletido não mantém exclusivamente a polarização inicial seja em que
>>>>> frequência for.
>>>>> >
>>>>> > Regra 4, Regra troposfera.
>>>>> > Todas as comunicações de rádio envolvem propagação pela troposfera
>>>>> para pelo menos em parte do caminho do sinal.
>>>>> > Ondas de rádio que viajam pela mais baixa parte da atmosfera estão
>>>>> sujeitas à refração, dispersão ou outro fenómeno, muitos parecidos com os
>>>>> efeitos gerados pela ionosfera.
>>>>> > Efeitos troposféricos são raramente significantes abaixo de 30 MHz
>>>>> mas são muito importantes acima dos 50 MHz.
>>>>> >
>>>>> > Muito do trabalho em longa distancia em nas bandas de VHF, UHF e
>>>>> Micro Ondas dependem de alguma forma de propagação troposférica.
>>>>> >
>>>>> > Em um copo de água, com um lápis imerso inclinadamente, a imagem
>>>>> obtida é de um lápis "dobrado" resultante sua refração, obtida em meios de
>>>>> densidades diferentes, ar e água. Da mesma forma, ondas de rádio que viajam
>>>>> pela troposfera, em função da refração em ambientes de diferente densidade,
>>>>> sofrem uma curvatura que as coloca novamente em direção a terra, evitando
>>>>> que se percam no espaço, fora do nosso planeta.
>>>>> > Neste fenómeno, não há alteração na polarização do sinal irradiado.
>>>>> Explicações muito mais detalhadas podem ser encontradas no artigo DX por
>>>>> Troporefração de Alberto João Laimgruber, PY2BBL
>>>>> http://www.gbvudx.org/troporefracao.asp
>>>>> >
>>>>> > Ao contrário da ionosfera, quanto mais baixa a frequência da banda
>>>>> utilizada, menos provável é a curvatura do sinal em direção a terra. Não
>>>>> havendo a possibilidade de curvatura o sinal se perde no espaço. Um sinal
>>>>> de 50 MHz para ser curvado pela troposfera precisa de índices elevadíssimos
>>>>> de refração. Por este motivo, raramente se emprega propagação via
>>>>> troposfera nesta banda. Ao contrario, em 430 MHz o fenómeno é muito mais
>>>>> fácil de se ocorrer, mais ainda que em 144 MHz.
>>>>> >
>>>>> > Este tipo de propagação é o mais conhecido entre os operadores de
>>>>> VHF e UHF. Dificilmente algum radioamador ativo em VHF ou UHF deixou de
>>>>> notar alguma abertura de propagação via troposfera onde se mantém
>>>>> facilmente QSOs com estações distantes 500 KMs ou mais.
>>>>> > Não havendo alteração na polarização do sinal irradiado, teremos o
>>>>> mesmo comportamento de um QSO em linha de visão, quando as estações
>>>>> trabalham com polarizações diferentes, uma vertical e outra horizontal :
>>>>> Atenuação de, no mínimo, 20 Dbs ou 100 vezes. Um transmissor de 100 watts
>>>>> renderá o mesmo que um transmissor de 1 watt.
>>>>> >
>>>>> > Resumindo:
>>>>> > A curvatura provocada pela troposfera no sinal de rádio frequência
>>>>> depende do comprimento de onda. Quanto mais curta é a onda, maior é a
>>>>> curvatura da trajetória para um grau determinado de refração.
>>>>> >
>>>>> > Por propagação via troposfera é essencial para ambas as estações
>>>>> usarem a mesma polarização de antenas. Isto é porque a onda irradiada não
>>>>> sofrerá alterações de polarização durante a viagem. No fim deste distante
>>>>> caminho de comunicações à onda estará no mesmo plano em que iniciou o
>>>>> trajeto, vertical ou horizontal, portanto diferentes polarizações causam
>>>>> atenuação de no mínimo 20 DBs ou 100 vezes.
>>>>> >
>>>>> > A ESCOLHA AFINAL
>>>>> > Agora que Você conhece as 4 regras básicas, esta em condições de
>>>>> associa-las para a obter melhor desempenho da sua estação em um concurso.
>>>>> > Caso pretenda participar de um concurso de VHF ou UHF, você deve
>>>>> levar em conta o tipo de propagação que será empregado e o parque de
>>>>> antenas já instalado (polarização) entre os participantes. A realidade em
>>>>> 50 MHz é diferente da realidade dos 144MHz, que é diferente da realidade
>>>>> dos 430 MHz, que é diferente da realidade dos 1200 MHz. Se você não tiver
>>>>> isto em mente, seu trabalho será pouco produtivo.
>>>>> >
>>>>> > Por exemplo, quem participa do CSA144 deve se perguntar:
>>>>> > Qual é o tipo de propagação comummente empregada no CSA144? Pela
>>>>> data, troposfera.
>>>>> >
>>>>> > Qual é a polarização mais empregada no momento em 144 MHz no Brasil
>>>>> e América Latina?Polarização Vertical.
>>>>> >
>>>>> > O que acontece se trabalho com polarização diferente da maioria, no
>>>>> tipo de propagação comummente empregada no CSA144? Tenho meu sinal atenuado
>>>>> em 100 vezes e consequentemente vou perder contatos com esta maioria.
>>>>> >
>>>>> > E se acontecer algum tipo de propagação via ionosfera? Muito difícil
>>>>> de acontecer pela data do CSA144, alias nunca aconteceu em concurso algum
>>>>> no Brasil realizado no inverno há mais de 20 anos. Mas se acontecer você
>>>>> vai escutar alguma coisa pois via ionosfera o sinal pode se apresentar em
>>>>> diferentes polarizações.
>>>>> >
>>>>> > Via troposfera, horizontal é melhor que vertical?
>>>>> > O autor, seu pai PY2BBL, e outros veteranos do VHF-DX no Brasil
>>>>> http://www.gbvudx.org/historiadovhfartigos.asp realizaram testes de
>>>>> troca de polarização a longa distancia, 700 ou mais km. A troca, (as duas
>>>>> estações obviamente), nunca resultou em escutar ou deixar de escutar uma
>>>>> estação, mesmo estando no nível do ruído.
>>>>> > Porém alguns radioamadores afirmam que a polarização horizontal é
>>>>> superior alegando diferença aproximada de 1dB. Sobre esta diferença
>>>>> questiono: Quem garante que esta pequena diferença (menos de ¼ de unidade
>>>>> S) em um QSO de 700 km não é resultado de QSB? Vela a pena ganhar 1 dB
>>>>> (menos de ¼ de unidade S) entre menos de 1% dos participantes do CSA144 e
>>>>> perder 20 dBs entre os 99% restantes? Assumindo como verdadeira a afirmação
>>>>> de melhor rendimento, teríamos que ter duas antenas, uma na vertical e
>>>>> outra na horizontal. Não é mais interessante todos usarem estas duas
>>>>> antenas em fase ganhando 3 dBs não 1, irradiando o dobro do sinal?
>>>>> >
>>>>> > A polarização horizontal capta menos ruído?
>>>>> > Definitivamente não. Isto depende da componente irradiada da fonte
>>>>> geradora do ruído. Se a componente irradiada for horizontal, a polarização
>>>>> horizontal irá captar mais. Se for vertical a polarização vertical ira
>>>>> captar mais. Cada caso é um caso e não há como fazer esta afirmação.
>>>>> > Uma semana antes do CB144 2006, PY2PPZ e PY2HCD saíram em busca de
>>>>> ruídos elétricos nas linhas de 13800 volts próximos as suas estações. Este
>>>>> tipo de ruído é o mais comum em nossos receptores. Uma antena direccional
>>>>> de 4 elementos, um transceptor de SSB e uma bateria, montados em uma
>>>>> Pick-Up, com a antena apontada para a linha de alta tensão. Detectamos 4
>>>>> postes que apresentavam fugas
>>>>> > (centelhamento) em isoladores ou para raios. Em todos os 4 postes,
>>>>> frente a eles, o ruído em polarização vertical era 0 e em polarização
>>>>> horizontal S9+10. Fácil de se explicar.
>>>>> > A componente horizontal irradiada é maior devido à disposição dos
>>>>> cabos que correm horizontalmente sobre o poste. Neste caso, repito, neste
>>>>> caso. Não há 100 % de verdade em uma afirmação sobre qual polarização capta
>>>>> mais ou menos ruído. Cada caso é um caso e depende da componente irradiada
>>>>> pela fonte interferente.
>>>>> >
>>>>> > Posso irradiar nas duas polarizações ao mesmo tempo?
>>>>> > Sim pode, mas Você vai perder a metade do sinal irradiado, pois a
>>>>> potência ira se dividir nas duas antenas. Seu transmissor de 100 watts
>>>>> renderá o equivalente a um transmissor de 50 watts. Melhor colocar as duas
>>>>> em fase e irradiar o dobro do sinal. No final, por simples arranjo de
>>>>> antenas você pode ter 50 watts ou 200 watts. A escolha é obvia.
>>>>> > Respondidas estas questões, fica a critério de cada um a escolha da
>>>>> polarização empregada.
>>>>> >
>>>>> > MINHA CONCLUSÃO
>>>>> > Para o autor, se o competidor do CSA144 optar pelas duas
>>>>> polarizações é óbvio que a melhor antena deve estar na polarização
>>>>> vertical. Ou mais obvio ainda, colocar as duas antenas em fase na
>>>>> polarização vertical irradiando o dobro do sinal. Hoje. Daqui a 10 anos a
>>>>> realidade pode ser outra.
>>>>> >
>>>>> > Notem que não tenho preferência por nenhuma delas, apenas acho
>>>>> inteligente manter um padrão dentro dos concursos, levando em conta o
>>>>> parque de antenas já instalado, proporcionando o maior número de contatos
>>>>> possíveis uma vez que não há risco de diferença de polarização, o que acaba
>>>>> resultando em sucesso do evento e mais interesse dos participantes pelo DX
>>>>> em VHF e UHF.
>>>>> >
>>>>> > Com minha experiência em telecomunicações, jamais recomendaria o uso
>>>>> de determinada polarização em um concurso se, de alguma forma,
>>>>> comprometesse a eficiência das estações.
>>>>> > Resumindo, muita gente já notou que o uso exclusivo de determinada
>>>>> polarização é ligado única e exclusivamente a um padrão ou talvez as
>>>>> limitações mecânicas de instalação e não propriamente na eficiência. Se
>>>>> determinada polarização fosse melhor que outra, a ponto de um sinal
>>>>> aparecer ou sumir, nenhuma empresa de telecomunicações empregaria a pior
>>>>> delas, e como sabemos empregam as duas.
>>>>> >
>>>>> > Convenhamos: Esperar que um novo mundo, até então oculto, se abra
>>>>> diante do seu equipamento, simplesmente girando 90 graus sua direccional no
>>>>> próprio eixo (trocar de
>>>>> > polarização) é esperar muito. Puro "folclore radioamadorístico". O
>>>>> caminho para isto ocorrer é mais ganho em antena, mais potência,
>>>>> pré-amplificadores de baixo ruído, linhas de transmissão com baixa perda e
>>>>> modos de banda estreita. A soma de todos estes itens vai resultar no tão
>>>>> sonhado novo mundo, sem dividir a pequena atividade brasileira no VHF-DX
>>>>> MHz, por perda de padronização de uma polarização já largamente empregada,
>>>>> infelizmente ou não.
>>>>> >
>>>>> > Portanto, hoje, não poderia afirmar que polarização vertical é
>>>>> melhor que polarização horizontal. Nem o contrario. Afirmo que o desempenho
>>>>> se altera e que diferentes padrões de polarização em um concurso ou fora
>>>>> dele causam uma atenuação inadmissível para quem vai fazer DX. Diferentes
>>>>> padrões de polarização em um concurso são prejudiciais ao desenvolvimento e
>>>>> sedimentação desta atividade.
>>>>> >
>>>>> > Em 144 e 430 MHz uso polarização vertical por ser esta a polarização
>>>>> mais empregada no Brasil e por ter pleno conhecimento que não há diferenças
>>>>> entre elas. Pretendo ter o maior número de estações trabalhadas e não posso
>>>>> me dar ao luxo de perder 20 dBs (100 X) no sinal recebido ou transmitido
>>>>> por diferença de polarização. Exclusivamente por este motivo.
>>>>> > Não possuímos emissões piloto, portanto uso as estações repetidoras
>>>>> que trabalham com polarização vertical no monitoramento das condições de
>>>>> propagação.
>>>>> >
>>>>> > Não uso dupla polarização pois prefiro colocar as duas antenas em
>>>>> fase irradiando o dobro do sinal.
>>>>> >
>>>>> > Também não uso dupla polarização pois estaria cometendo, e induzindo
>>>>> outros a cometerem o mesmo erro que cometemos no passado: não o uso de
>>>>> determinada polarização, mas causar uma divisão virtual entre os operadores
>>>>> dos 144 MHz no Brasil sem termos atividade suficiente para tal, a chamada
>>>>> "massa crítica".
>>>>> >
>>>>> > Em 50 MHz uso polarização horizontal, pois não há argumento algum
>>>>> que justifique outro tipo de polarização para quem quer fazer contato sem
>>>>> uso de repetidores ativos.
>>>>> > Em 1200 MHz cabe a nós criarmos o padrão, pois é uma faixa que tem
>>>>> sua atividade praticamente inexistente.
>>>>> >
>>>>> > Não tenha dúvida. Todos têm a ganhar mantendo um único padrão
>>>>> determinado de polarização de durante um concurso. O que menos precisamos
>>>>> no momento é a dúvida sobre qual polarização determinada estação, que chega
>>>>> no nível do ruído, está usando.
>>>>> > Em um concurso, você escuta uma estação fraca, não consegue
>>>>> identifica-la e não tem muito tempo, sequer para apontar a antena pois não
>>>>> sabe de onde vem o sinal.
>>>>> >
>>>>> > A polarização empregada deve ser uma certeza nunca uma dúvida a mais
>>>>> nesta, não tão simples, equação chamada QSO no nível do ruído em um
>>>>> concurso de VHF e UHF.
>>>>> >
>>>>> > Bibliografia:
>>>>> > -VHF Radio Propagation - J.D.Stewart WA4MVI -RSGB VHF UHF Manual -
>>>>> D.S.Evans G3RPE e G.R.Jessop G6JP -ARRL Handbook -ARRL Antenna Handbook -DX
>>>>> por Tropo refração - Alberto J.Laimgruber - PY2BBL
>>>>> http://www.gbvudx.org/troporefracao.asp
>>>>> > -Arquivos do Diploma DXDM - PY2BBL :
>>>>> > http://www.gbvudx.org/uploads/historia_vhfdx/dxdm4.jpg
>>>>> > -Respostas dos titulares ao questionário elaborado pelo organizador
>>>>> do diploma sobre as condições dos contatos, comportamento dos sinais e
>>>>> experiências realizadas durante os QSOs.
>>>>> > -Cópias dos QSLs válidos.
>>>>> > -Correspondências entre o organizador e titulares do diploma.
>>>>> >
>>>>> > 73 ES DX DE PY2HCD - GG66CT
>>>>> > Carlos Alberto Laimgruber
>>>>> > Organizador do Concurso Sul Americano de 144 MHZ - CSA144 Em
>>>>> conjunto com (em ordem alfabética): LU5BE, LU9JMG, PU2LBD e PY2BRZ.
>>>>> > laimgruber  fasternet.com.br
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